A imaginação é mais importante que o conhecimento.
Albert Eisntein

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Laboratório Virtual de Física




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Isaac Newton, um gênio vaidoso

Um dos maiores físicos de todos os tempos, quem diria, era um narcisista convicto. Preocupado com sua imagem, Isaac Newton não só financiou várias das mais de 20 pinturas e bustos que o retrataram, como costumava escolher quais iria distribuir e para quem. Isso é o que mostra um estudo da historiadora da ciência Patricia Fara, da Universidade de Cambridge (Inglaterra), que analisou os retratos e hábitos do criador da teoria da gravitação universal. O atual mais famoso retrato do cientista foi pintado por Godfrey Kneller em 1689, dois anos após a publicação da mais conhecida obra newtoniana -- os Principia Mathematica . No artigo publicado em 7 de fevereiro na revista Science , a pesquisadora analisa a tela e identifica ali todos os sinais de um estudioso dedicado e solitário: cabelos grisalhos e despenteados, rosto magro e pálido, mãos delicadas e roupas escuras. Mas como ter certeza da fidelidade ao modelo original?
No século 17, as pinturas eram importantes ferramentas de propaganda e retratavam os grandes pensadores como eles gostariam de ser vistos. "Os artistas adulavam seus clientes e freqüentemente escondiam sinais de velhice", conta Fara em seu artigo. Os pintores de Newton, por exemplo, retratavam-no com um olhar penetrante -- desmentido pelo bispo de Rochester, que conviveu com o cientista por 20 anos.
Os biógrafos de Newton também preservam a imagem de que ele evitava a fama e não se interessava por arte. Esse poderia até ser o comportamento adequado a um gênio discreto, mas evidências visuais apontadas por Fara sugerem que ele moldava a construção de sua imagem pública segundo seus interesses. O fato de financiar a confecção de imagens suas atesta uma grande preocupação com o resultado final.
Algumas delas eram dispostas por sua casa em Londres, onde seus convidados poderiam admirá-las. Certa vez, para impressionar a comunidade internacional de filósofos naturais (como eram então conhecidos os físicos), Newton doou um enorme retrato seu para a Royal Society com o rótulo 'Sir Isaac Newton, President' , estampado em letras de ouro. Ele também costumava enviar figuras suas em agradecimento por favores prestados.
Fara conta que, entre os diferentes retratos de Newton que circularam no século 18, o de 1689 não estava incluído. Ele ainda não havia sido difundido até 1857, quando foi descoberto por um cientista de Manchester (Inglaterra) e disponibilizado em uma grande exposição no local. Desde então, ainda que documentos modernos apontem o cientista como áspero e obsessivo, a pintura de Kneller -- que mostra um bem-vestido Newton, como um gentleman sociável -- transformou-se em ícone do gênio.

Fonte: cienciahoje

"Eureka! Eureka!"



Conta-se que certa vez, Hierão, rei de Siracusa, no século III a.C. havia encomendado uma coroa de ouro, para homenagear uma divindade que supostamente o protegera em suas conquistas, mas foi levantada a acusação de que o ourives o enganara, misturando o ouro maciço com prata em sua confecção. Para descobrir, sem danificar o objeto, se o seu interior continha uma parte feita de prata, Hierão pediu a ajuda de Arquimedes. Ele pôs-se a procurar a solução para o problema, a qual lhe ocorreu durante um banho. A lenda afirma que Arquimedes teria notado que uma quantidade de água correspondente ao seu próprio volume transbordava da banheira quando ele entrava nela e que, utilizando um método semelhante, poderia comparar o volume da coroa com os volumes de iguais pesos de prata e ouro: bastava colocá-los em um recipiente cheio de água, e medir a quantidade de líquido derramado. Feliz com essa fantástica descoberta, Arquimedes teria saído à rua nu, gritando "Eureka! Eureka!" ("Encontrei! Encontrei!"').

Água com açúcar realmente acalma?

Não, essa receita antiga, usada para acalmar pessoas que passaram por alguma situação de susto e tensão não passa de crendice popular. Quando o açúcar é metabolizado pelo organismo, ele se transforma principalmente em glicose, que é uma fonte de energia e não tem nenhum efeito tranqüilizante ou sedativo”, diz a endocrinologista Adriana Teloglia, professora do Centro Universitário São Camilo, de São Paulo. “Apesar disso, o açúcar pode provocar uma sensação de bem-estar por causa da produção de certos neurotransmissores, como a serotonina. Essa sensação de bemestar é muitas vezes confundida com o tal efeito relaxante que muita gente acredita que a mistura de água com açúcar tem”, diz a farmacêutica mineira Denise Polato de Lima. Ao mesmo tempo, a ingestão do líquido pode ter um bom efeito psicológico e acabar funcionando como um placebo, acalmando por auto-sugestão. Os especialistas afirmam, no entanto, que contar até dez ou respirar fundo por alguns minutos são técnicas muito mais eficazes para conter o nervosismo e recuperar a tranqüilidade. Outra saída é recorrer a alguns calmantes naturais, como os chás de camomila ou de erva-doce.

Dicas para conseguir um café delicioso




- Mantenha sempre limpos seus utensílios para o preparo do café.
- Escolha a granulação de café adequada para o seu método de preparo. Idealmente, cafés com granulação média devemser usados em cafeteiras. Para filtros e máquinas expresso, use os de granulação mais fina.
- Use sempre água filtrada. 98% de uma xícara de café é agua e, portanto, a sua qualidade afeta o sabor.
- Calcule uma colher de sobremesa cheia para cada xícara. Você pode ajustar isso de acordo com seu gosto pessoal.
- Não use água fervente. A água fervente vai escaldar seu café e prejudicar seu sabor. Para garantir o perfeito sabor e aroma do seu café, utilize-o dentro de 3 semanas após ter sido aberto.
- Sirva o café imediatamente para usufruir totalmente do seu sabor e aroma. Para mantê-lo aquecido,
transfira-o para uma garrafa térmica.
- Nunca reaqueça o café. Isso afeta seu sabor.